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Mercados: Taxas dos DIs de longo prazo fecham com salto na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) transacionados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F) registraram forte alta das taxas de longo prazo, com pequenas variações nos vencimentos de curto prazo. O pessimismo com as condições da economia e a preocupação com os resultados das empresas globais nesta temporada justificaram novas perdas em bolsas de Nova York, Europa e no Brasil.

Valor Online |

Assim, a aversão a riscos continuou pressionando os contratos negociados com data a partir de 2010.

Ao final do pregão, o contrato de DI com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontava alta de 0,10 ponto percentual, a 14,73% ao ano. O vencimento janeiro 2011 fechou com aumento de 0,13 ponto percentual, a 15,35%, na máxima do dia. O contrato para janeiro de 2012 projetava 15,92%, com aumento de 0,24 ponto.

Entre os contratos curtos, o vencimento para novembro caiu 0,09 ponto percentual, para 13,65% ao ano. Dezembro próximo ficou estável em 13,87% e o DI para janeiro de 2009 também encerrou com aumento de 0,02 ponto percentual, apontando 13,93% ao ano.

Até as 16h20, antes do ajuste final de posições, foram negociados 452,385 contratos, equivalentes a R$ 39,16 bilhões (US$ 18,50 bilhões). Esse volume é praticamente metade daquele negociado até o mesmo horário do pregão de ontem. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 122.710 contratos, equivalentes a R$ 10,42 bilhões (US$ 4,92 bilhões).

Para Alexandre Horstmann, diretor de gestão da Meta Asset Management, é natural que os vencimentos mais distantes traduzam a incerteza e a piora do quadro externo, enquanto os mais curtos flutuem menos.

A leitura é de que o agravamento da crise também explica as variações modestas nos contratos de novembro, dezembro e janeiro. O mercado não acredita que o Banco Central continue elevando os juros com a piora das condições econômicas globais, que devem gerar desaceleração da atividade por aqui também. A dúvida, que tem levado às vezes a algum ajuste de alta dessas taxas, é em relação ao efeito da alta do dólar para a inflação. Hoje a moeda voltou a subir com força, mas não o suficiente para alterar as apostas de curto prazo do mercado de que o BC deve paralisar a alta da Selic.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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