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Mercados: Piora externa puxa alta nos DIs longos

SÃO PAULO - Os juros futuros seguem sem tendência definida na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Os contratos mais curtos oscilam próximo da estabilidade enquanto os vencimentos mais longos apontam para cima, em linha com a sinalização negativa proveniente do cenário externo.

Valor Online |

O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2009 apresentava elevação de 0,01 ponto percentual a 11,78% ao ano. O DI para janeiro de 2010 operava com alta de 0,03 ponto, 12,44%. Janeiro 2011 subia 0,02 ponto a 12,50% ao ano. E janeiro 2012 avançava 0,04 ponto, a 12,46% ao ano.

Entre os contratos mais curtos, abril de 2008 ganhava 0,01 ponto, para 11,12%. Julho de 2008 apontava estabilidade a 11,27%. E outubro de 2008 projetava 11,53%, aumento de 0,01 ponto.

De acordo com gerente da mesa financeira da Hencorp Commcor Corretora, Rodrigo Nassar, sem novos indicadores de inflação no front interno, as curvas acompanham o movimento de realização de lucros no exterior.

O especialista lembra que desde a terça-feira, após a divulgação do IPCA-15, as curvas ficaram operando de lado, com os agentes à espera de novos indicadores para tomar posições.

Para Nassar, a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que acontece na semana que vem, não deve trazer volatilidade para o cenário de juros futuros. O especialista acredita que a decisão deve ser unânime em torno da manutenção da Selic em 11,25% ao ano.

Na ata, que será apresentada uma semana após a decisão, o colegiado deve conservar o discurso de certa preocupação com a cena externa e atenção para o comportamento da inflação e das expectativas de preços.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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