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Mercados: Petróleo e virada na crise reanimaram ações em Nova York

SÃO PAULO - As bolsas de valores americanas se recuperaram ontem, com alta de mais de 2% em reação à queda dos preços do petróleo. Além disso, as últimas baixas contábeis anunciadas pelo Merrill Lynch foram interpretadas como sinal de que uma virada na crise de crédito está prestes a ocorrer.

Valor Online |

O índice Dow Jones teve alta de 2,39%, para 11.397 pontos. O Standard & Poor´s 500 subiu 2,34%, a 1.263 pontos. O Nasdaq avançou 2,45%, a 2.319 pontos.

As ações foram ajudadas também por dados que mostraram que a queda mensal dos preços de moradias está desacelerando e que o sentimento do consumidor norte-americano melhorou em julho pela primeira vez em seis meses.

Os preços do petróleo caíram mais de 2%, amenizando algumas preocupações sobre a inflação e os gastos do consumidor e melhorando a perspectiva para empresas do varejo e companhias aéreas. Um índice de companhias aéreas subiu 11,4%, enquanto um índice do setor de varejo avançou 4,0%.

As ações do Merrill Lynch subiram quase 8% após a instituição divulgar na noite de segunda-feira uma baixa contábil de US$ 5,7 bilhões e uma operação para levantar US$ 8,5 bilhões com a venda de novas ações.

Depois do negócio, o humor do setor financeiro começou a virar, com investidores afirmando que as últimas baixas contábeis podem ser um sinal de que os bancos estão superando as perdas com a inadimplência de hipotecas.

O principal índice das ações européias fechou em alta, quebrando a série de três dias de baixas após dados que mostraram aumento da confiança dos consumidores nos Estados Unidos. Os bancos, porém, foram prejudicados pela preocupação com mais baixas contábeis ligadas à crise de crédito.

O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,38%, para 1.163 pontos. A baixa do petróleo também ajudou a sustentar o índice.

O resultado maior do que o esperado do índice de confiança do consumidor dos EUA levantou as ações européias, que chegaram a cair 1,3% no começo do pregão.

Isso confirma uma pesquisa similar da Universidade de Michigan na semana passada. As duas tiveram uma queda severa e essa recuperação indica que, talvez, a confiança do consumidor já tenha passado pelo pior , disse Bernard McAllinden, estrategista de mercado da NCB Stcokbrokers, em Dublin. É uma boa notícia, mas não fundamental , acrescentou.

Os bancos continuaram a pesar sobre o FTSEurofirst 300 após o anúncio de uma baixa contábil do Merrill Lynch . O UBS recuou 3,6%, o Barclays caiu 4,1% e o BNP Paribas perdeu 1,8%.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 0,12%, a 5.319 pontos. O DAX, de Frankfurt, avançou 0,75% (6.398 pontos). O Ibex-35, de Madri, subiu 1,73%. Recuaram as bolsas de Paris (0,09%), Milão (0,23%) e Lisboa (1,05%).

(Valor Econômico, com agências internacionais)

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