Por Lefteris Papadimas e Jan Strupczewski

ATENAS/BRUXELAS, 3 de maio (Reuters) - Um resgate de 110 bilhões de euros (146 bilhões de dólares) deve começar a chegar à Grécia nesta semana, mas os temores sobre a viabilidade do maior pacote da história abateram os mesmos mercados que a ajuda deveria acalmar.

" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Mercados não se impressionam com ajuda à Grécia

Por Lefteris Papadimas e Jan Strupczewski

ATENAS/BRUXELAS, 3 de maio (Reuters) - Um resgate de 110 bilhões de euros (146 bilhões de dólares) deve começar a chegar à Grécia nesta semana, mas os temores sobre a viabilidade do maior pacote da história abateram os mesmos mercados que a ajuda deveria acalmar.

Reuters |

Por Lefteris Papadimas e Jan Strupczewski

ATENAS/BRUXELAS, 3 de maio (Reuters) - Um resgate de 110 bilhões de euros (146 bilhões de dólares) deve começar a chegar à Grécia nesta semana, mas os temores sobre a viabilidade do maior pacote da história abateram os mesmos mercados que a ajuda deveria acalmar.

O euro caiu nesta segunda-feira apesar do anúncio do pacote feito no final de semana, por temores sobre se a Grécia conseguirá implementar o plano de austeridade que prometeu em troca da ajuda.

Os bônus dos governos da zona do euro abriram em baixa e as ações europeias caíam 0,5 por cento pela manhã, um dia após os ministros das Finanças da região aprovarem o pacote de emergência. Em troca, Atenas comprometeu-se em realizar economias radicais, o que levou milhares de pessoas às ruas para protestar.

"Há pouca convicção de que essa seja uma solução rápida. A sustentabilidade de longo prazo desse nível de austeridade deve ser aberta a questionamento", disse Tony Morriss, estrategista sênior de câmbio do ANZ Bank em Sydney.

"Não parece que o mercado está convencido ainda. É isso o que o euro está dizendo. O acordo ainda tem que passar pelos parlamentares e isso vai ser difícil", afirmou um operador europeu de câmbio.

O índice de ações da região Ásia Pacífico com exceção do Japão caía 1 por cento.

Leia tudo sobre: iG

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG