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Mercados: Juros futuros longos têm novo pregão de baixa na BM F

SÃO PAULO - A queda acentuada no preço das commodities e a possibilidade de adoção de medidas para a contenção do crédito deram o tom dos negócios com os contratos de juros futuros nesta sexta-feira. Mas a liquidez seguiu bastante reduzida na Bolsa de Mercadoria & Futuros (BM & F).

Valor Online |

Ao final do pregão, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontava baixa de 0,08 ponto, a 14,65% ao ano. O vencimento de janeiro 2011 recuou 0,09 ponto, para 14,36%, e janeiro 2012 perdeu 0,11 ponto, para 14,08%.

Entre os contratos curtos, o vencimento para setembro de 2008 caiu 0,02 ponto, para 12,82%. Outubro de 2008 subiu 0,01 ponto para 13,15%. Novembro de 2008 também avançou 0,01 ponto, para 13,343%, e o DI para janeiro de 2009 valorizou 0,02 ponto, para 13,79% ao ano.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 273.750 contratos, equivalentes a R$ 22,43 bilhões (US$ 13,84 bilhões), um dos menores volumes do ano. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 175.510 contratos, equivalentes a R$ 14,56 bilhões (US$ 8,58 bilhões).

Para o economista-chefe da Corretora Liquidez, Marcelo Voss, a queda nos vencimentos reflete a acentuada correção no preço das commodities e a expectativa de que essa baixa continuará sendo refletida nos indicadores de preços brasileiros.

Além disso, contribuiu também para a baixa a notícia indicando que o governo está estudando a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre as operações de leasing, modalidade de empréstimo bastante utilizada no financiamento de veículos. Aumentando o custo do empréstimo, o governo busca conter o consumo.

A valorização do dólar, que fechou negociado a de R$ 1,64 ante o real, teve menor influencia sobre a curva, mas ainda assim segurou uma queda mais acentuada nos vencimentos futuros.

Para o economista, o comportamento do câmbio não deve ser encarado com grande preocupação, já que esse é um movimento mundial, e, em comparação com outros moedas, o real ainda está bastante valorizado sobre o dólar.

Na semana que vem, atenção para o IGP-10, que sai na segunda-feira, para a segunda prévia do IGP-M, na quarta-feira, e para o IPCA-15, que será apresentado na sexta-feira. Os indicadores devem ajudar a confirmar a tendência de arrefecimento dos preços.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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