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Mercados: Juros futuros acompanham dólar e apontam para baixo na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros fecharam a sexta-feira com forte desvalorização. Para o economista do Banco Schahin, Sílvio Campos Neto, o recuo nos prêmios de risco segue a melhora global de humor, que resulta em valorização nas bolsas e perda de valor para o dólar.

Valor Online |

Ao final do pregão, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010 apontava baixa de 0,23 ponto percentual, para 15,24%. Janeiro 2011 tinha queda de 0,17 ponto, para 15,95%, e janeiro 2012 apontava 16,23%, redução de 0,21 ponto.

Na ponta curta dos contratos, dezembro de 2008 marcava 13,55%, em baixa de 0,06 ponto, enquanto o DI para janeiro de 2009 recuava 0,08 ponto, negociado a 13,70%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 267.665 contratos, equivalentes a R$ 22,52 bilhões (US$ 10,43 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 93.210 contratos, equivalentes a R$ 7,92 bilhões (US$ 3,67 bilhões).

Avaliando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de outubro, que foi apresentado hoje, Neto aponta que a alta de 0,45% ficou um acima do esperado. O ponto positivo, no entanto, veio com os núcleos de preço do indicador, que recuaram em comparação com as medidas anteriores.

O economista destaca que boa parte da alta do IPCA veio dos alimentos - grupo que abandonou deflação de 0,27% em setembro, para inflação de 0,69% em outubro -, mas que essa pressão não deve se sustentar, pois os preços agrícolas no atacado já começam a recuar.

Avaliando o cenário de política monetária, Neto afirma que o cenário ainda inspira muita cautela e o que deve definir a postura do Banco Central na última reunião de 2008, agendada para dezembro, é o comportamento do câmbio e do crédito no decorrer dos próximos meses.

Ao final de outubro, o Banco Central optou pela estabilidade da taxa de juros em 13,75% ao ano, depois de quatro reajustes consecutivos. Na ata da reunião, apresentada ontem, a autoridade monetária deixou claro que fez uma pausa no movimento de ajuste.

O documento também evidencia uma preocupação do BC com descompasso entre oferta e demanda e o comprometimento de levar a inflação para o centro da meta, fixado em 4,5% para o IPCA, já em 2009.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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