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Mercados: Investidores continuam atentos aos esforços contra a crise

SÃO PAULO - Os investidores tomam mais um dia para analisar o efeito de medidas internas e externas para acalmar investidores e elevar liquidez financeira dos mercados globais. Lá fora, o corte coordenado de juros nos países desenvolvidos teve pouco impacto nas bolsas, pois os investidores continuam ansiosos por liquidez.

Valor Online |

Ontem, o secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, afirmou que, apesar dos esforços do governo e do pacote de US$ 700 bilhões para resgatar ativos tóxicos das instituições financeiras, outros bancos podem vir a quebrar no país.

Aqui no Brasil, o Banco Central (BC) decidiu liberar mais R$ 23,2 bilhões aos bancos por meio da diminuição das exigências de recolhimento compulsório.

Uma das medidas é a redução da alíquota adicional de compulsório de 8% para 5% sobre os depósitos a prazo e depósitos à vista. Outra é o aumento do limite de isenção do recolhimento sobre os depósitos a prazo, que já tinha sido elevado para R$ 300 milhões duas semanas atrás e agora sobe para R$ 700 milhões.

Além disso, está programado um novo leilão de swap cambial, das 12h45 às 13h. Com essa operação, o BC tem como objetivo fornecer " hedge " (proteção) às empresas - pagando a variação do dólar e recebendo juros. Espera-se, ainda, que a autoridade monetária volte a vender dólar direto no mercado à vista caso haja necessidade de liquidez, a exemplo do que fez ontem por três vezes no período da manhã.

Na agenda de indicadores, os agentes tomam nota do número de pedidos de auxílio-desemprego na semana até o dia 4 de outubro. O indicador tem demonstrado a desaceleração da economia e contribuído para o pessimismo dos mercados. Também será conhecida as condições de estoque do setor atacadista do país durante o mês de agosto.

Por aqui, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulga o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da primeira quadrissemana deste mês, bem como a primeira prévia do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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