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Mercados: Índice futuro sugere pregão de baixa na Bovespa

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) deve acompanhar a instabilidade externa e registrar uma sessão de baixa nesta terça-feira. Reforçando essa visão está o índice futuro, que operava com declínio de 2,28%, aos 36.

Valor Online |

400 pontos, na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F).

Sem indicadores relevantes na agenda de indicadores externa e interna, o pessimismo é garantido pelos sinais de debilidade da economia norte-americana. Mais empresas estão apontando fracas expectativas de crescimento e, no setor financeiro, American Express, que atua com no segmento de cartões de crédito, pediu permissão para virar um banco e, assim, poder buscar socorro junto ao governo.

Por aqui, as atenções estão voltadas para os resultados trimestrais. Destaque para a operadora de telefonia celular Vivo, que reportou lucro de líquido de R$ 129,8 milhões para o terceiro trimestre do ano, um salto de quase 30 vezes sobre os R$ 4,4 milhões obtidos em igual período do ano passado.

Após o encerramento dos negócios, as atenções ficam voltadas para os números da Petrobras. Pela previsão da Ativa Corretora, a estatal lucrou R$ 9,61 bilhões entre julho e setembro. Também é aguardado o balanço da BM & FBovespa.

Na Europa, o dia é de baixa com investidores, refletindo fracos resultados de empresas e a baixa no preço de algumas matérias-primas.

Depois de ganhos expressivos na segunda-feira, as bolsas asiáticas passaram por uma correção hoje. Tóquio perdeu 3% e Seul desvalorizou 2,06%. Hong Kong e Xangai diminuíram 4,77% e 1,66%, respectivamente.

No pregão de ontem, o plano de investimento de mais de US$ 500 bilhões anunciado pelo governo chinês estimulou a compra de ações durante a primeira metade do dia. À tarde, notícias negativas vindas dos Estados Unidos pesaram sobre o sentimento do investidor e trouxeram instabilidade para o pregão.

Apoiado nas ações da Petrobras e Vale, o Ibovespa garantiu fechamento em território positivo, subindo 0,30%, para 36.776 pontos, com giro financeiro em R$ 3,45 bilhões. Em Wall Street, o Dow Jones devolveu ganho de 2% para fechar com baixa de 0,82%. E a bolsa eletrônica Nasdaq cedeu 1,86%.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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