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Mercados: Economia em baixa fez as bolsas nos EUA despencarem ontem

SÃO PAULO - As bolsas de valores americanas fecharam em forte queda nesta quarta-feira, com preocupações crescente sobre o impacto dos preços recordes do petróleo na economia e nos resultados corporativos. O índice Dow Jones fechou 20% abaixo do recorde atingindo em outubro. Pesou sobre o mercado uma série de alertas sobre perdas de bancos.

Valor Online |

O Dow Jones perdeu 1,46% e fechou aos 11.215 pontos. O Standard & Poor´s 500 encerrou com 1.261 pontos, em queda de 1,82%. O eletrônico Nasdaq apontou baixa de 2,32%, para 2.251 pontos.

O Merrill Lynch deu o tom negativo da sessão rebaixando a General Motors (GM) e afirmando que a montadora necessitará de US$ 15 bilhões para melhorar sua liquidez.

O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, afirmou que os altos preços do petróleo, a queda dos valores das moradias e a turbulência no mercado de capitais irão prolongar a desaceleração da economia do país.

O nervosismo apareceu na sessão que antecede a divulgação de um importante relatório sobre o mercado de trabalho. Números publicados nesta quarta-feira mostraram que os empregadores privados americanos cortaram 79 mil vagas em junho. Investidores venderam ações de grandes empresas de tecnologia, como a Intel, e de conglomerados industriais com a Caterpillar.

Afetada pelo desempenho negativo de ações dos setores de mineração e de construção civil, as bolsas européias encerraram o pregão com desvalorização. As perdas foram contidas pela recuperação de alguns papéis do setor bancário, como os do Deutsche Bank.

No final das transações, o FTSE-100, de Londres, apontou queda de 0,98%, para 5.426 pontos. Em Frankfurt, o DAX teve baixa de 0,17%, para 6.305 pontos. O CAC-40, de Paris encerrou aos 4.341 pontos depois de tombar 2,11%.

Entre as baixas mais significativas estiveram as ações da construtora Taylor Wimpey, que caíram 49,80% após a empresa informar que não teve sucesso em seu aumento de capital. A empresa vai cortar 900 empregos.

(Valor Econômico, com agências internacionais)

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