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Mercados: Dólar tem primeira queda em 7 pregões, mas ainda sobe no mês

SÃO PAULO - A moeda norte-americana quebrou uma seqüência de sete pregões consecutivos de alta encerrando a quarta-feira em baixa ante o real. A divisa ainda operou em alta pela manhã, mas a queda no preço do dólar no mercado internacional e a valorização das commodities no mercado internacional estimularam uma correção depois da alta de 4,23% acumulada desde o dia 4 de agosto.

Valor Online |

Depois de bater R$ 1,631 na máxima, o dólar comercial fechou negociado a R$ 1,613 na compra e 1,615 na venda, queda de 0,61%. No mês, a alta acumulada ainda está em 3,32%.

Na roda de pronto da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BMF) a moeda apresentou desvalorização de 0,71% nesta quarta-feira, para R$ 1,6135. O volume financeiro somou US$ 332,75.

Segundo operador da Dascam Corretora de Câmbio, Luiz Fernando Moreira, não há motivo aparente para a queda do dólar, pois o cenário de saída de recursos e reversão de posições vendida para compradas no mercado futuro permanece.

Na avaliação do especialista, o recuo observado hoje pode ser encarado com um ajuste técnico, seguindo a baixa do dólar ante o euro e a conseqüente valorização no preço das commodities, mais notadamente o petróleo, que teve o primeiro pregão de alta em quatro dias.

Segundo Moreira, não é possível afirmar que o movimento de alta foi revertido. A visão que predomina é de fortalecimento global do dólar, idéia que é reforçada pela projeção de alta de juros nos Estados Unidos.

A expectativa, segundo o operador, é de que a moeda fique oscilando entre R$ 1,615 a R$ 1,630 no curto prazo. Difícil imaginar algum motivo para que a taxa volte para R$ 1,55 novamente, afirma.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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