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Mercados: Dólar sobe pelo segundo dia e retoma patamar de R$ 1,600

SÃO PAULO - A moeda norte-americana também refletiu o mau humor externo e começou o mês de julho em alta ante o real. Depois de bater R$ 1,615 na máxima, as compras perderam um pouco de força, mas ainda assim o dólar comercial fechou o dia com valorização de 0,50%, negociado a R$ 1,603 na compra, e R$ 1,605 na venda.

Valor Online |

Na roda de pronto da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F), a moeda fechou com valorização de 0,44%, a R$ 1,604. O volume financeiro foi de US$ 286,5 milhões.

Segundo o gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio, Reginaldo Galhardo, a formação da taxa de câmbio reflete a maior aversão a risco devido ao cenário externo incerto, onde a preocupação com a inflação se soma às incertezas que voltam a crescer sobre o setor financeiro. Toda vez que sai notícia envolvendo o setor financeiro é preocupante, diz.

Além disso, o especialista aponta que ainda existem dúvidas quanto ao rumo da economia norte-americana. Não se sabe ainda se os EUA estão em recessão ou não. Mas a preocupação é essa, pois mesmo com inflação, o banco central não ousou subir os juros, afirma.

Segundo o gerente, tal cenário resulta em aversão a risco e natural saída de recursos. No entanto, as saídas não são acentuadas. De acordo com Galhardo, as movimentações são estratégicas, com os investidores vendendo bolsa e investindo em juros.

Não acredito em mudança de tendência, o dólar vai buscar o R$ 1,5, resume o especialista, afirmando que a elevação na taxa de juros brasileira garante a trajetória de queda para a moeda norte-americana.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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