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Mercados: DIs mantém ajuste de baixa na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros dão continuidade ao movimento iniciado ontem e seguem perdendo prêmio, mesmo com a piora de humor nas bolsas e a conseqüente valorização do dólar. Há pouco, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010 recuava 0,07 ponto percentual, para 14,40%. Janeiro 2011 tinha baixa de 0,11 ponto, a 14,22%.

Valor Online |

E janeiro 2012 apontava 14,06%, desvalorização de 0,11 ponto.

Na ponta curta, novembro de 2008 operava estável a 13,63%. Dezembro de 2008 marcava 13,84%, queda de 0,02 ponto. O DI para janeiro de 2009 era negociado a 13,98%, declínio de 0,03 ponto.

O Banco Fator avalia que os contratos futuros operam de olho na recessão externa e nos possíveis efeitos sobre a inflação por aqui. Por ora, os agentes deixam de lado o efeito ambíguo da crise - que, apesar de reduzir o valor das commodities, pressiona o dólar para cima, - e mantém o otimismo nos preços menores.

Os economistas do Unibanco expressam outra preocupação com a crise externa: até que ponto a restrição de crédito pode levar a uma desaceleração maior do que a esperada no crescimento econômico.

O banco lembra que no Relatório Trimestral de Inflação, o BC deu poucas pistas sobre como enxerga a crise financeira internacional e seguiu indicando que o principal desafio da autoridade monetária é o controle de preços.

O Unibanco não acredita que o BC venha a adotar uma posição igual a do Banco Central Europeu (BCE), que mantém o foco exclusivamente na inflação. Na visão do banco, o colegiado deve ajustar o ritmo de aperto monetário de acordo com as perspectivas de crescimento. " Mas enquanto esses sinais não se tornarem mais claros, o Copom deve continuar subindo a taxa Selic até 14,75%, ou seja, mais duas altas de 0,5 ponto percentual até o fim do ano " , apontou o banco em relatório.

Segundo os economistas da instituição, é muito cedo para acreditar que o BC mudará, em breve, a condução da política monetária, ainda mais com os dados sugerindo uma forte demanda doméstica. " Mas devemos estar atentos, pois condições adversas de crescimento podem alterar o cenário de política monetária. "
Na gestão da dívida pública, o Tesouro Nacional realiza hoje leilão de troca de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Letras Financeiras do Tesouro (LFT). As propostas serão tomadas das 12h30 às 13h.

Pelo cronograma do Tesouro, para o mês, estão previstos vencimentos de títulos totalizando R$ 25,3 bilhões, sendo R$ 23,2 bilhões com rentabilidade prefixada.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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