F - Home - iG" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Mercados: DIs longos voltam a fechar em alta na BM F

SÃO PAULO - A falta de liquidez nesta jornada abriu espaço mais uma vez para fortes valorizações das taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) dos vencimentos mais longos hoje na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F). Com poucos negócios, as zeragens de fim de mês acabam pressionando as taxas, mesmo não havendo motivo para elevações tão grandes.

Valor Online |

Na ponta curto, com movimentos mais modestos, as taxas voltaram a diminuir, contabilizando a interrupção da alta da Selic.

Ao final do pregão, o contrato de DI com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontou alta de 0,08 ponto percentual, a 15,60% ao ano. O vencimento janeiro 2011 fechou com aumento de 0,19 ponto percentual, a 16,44%, depois de subir a 16,71% na máxima do dia. O contrato para janeiro de 2012 projetava 16,91%, ganho de 0,26 ponto.

Entre os contratos curtos, o DI com vencimento em novembro caiu 0,05 ponto, para 13,62% ao ano. O contrato de dezembro fechou a 13,69% anuais, estável, e o contrato para janeiro de 2009 encerrou com aumento de 0,05 ponto, para 14,90% ao ano.

Até as 16h18, antes do ajuste final de posições, foram negociados 492.260 contratos, equivalentes a R$ 43,93 bilhões (US$ 20,77 bilhões), pouco mais da metade do volume negociado ontem até o mesmo horário. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 142.870 contratos, equivalente a R$ 12,07 bilhões (US$ 5,70 bilhões).

Para Sergio Machado, gestor da Vetorial, muitos investidores saíram "machucados" da brusca elevação das taxas neste mês, o que já tinha diminuído bastante o volume de apostas. De ontem para hoje, após a decisão do BC, as zeragens voltaram a acontecer nos contratos de longo prazo, os preferidos de estrangeiros. O movimento se dá sem motivo específico, mas por uma percepção generalizada de muita incerteza sobre o futuro da economia global e os reflexos para países emergentes.

Entre os contratos com vencimento até janeiro de 2009, a trajetória é de ajuste de baixa, tendo em conta o último movimento do Comitê de Política Monetária (Copom), que paralisou o ciclo de alta da Selic e manteve a taxa inalterada em 13,75% ao ano, devido ao ambiente de incertezas gerado pela crise mundial.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG