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Mercados: DIs fecham a quarta-feira com leve alta na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros tiveram mais um pregão instável na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), mas as taxas não se afastaram muito dos patamares que vêm sendo observados nas últimas semanas. Nos instantes finais do pregão, os vencimentos mudaram de direção e passaram a apontar para cima, movimento que acompanhou a alta no preço do petróleo no mercado internacional.

Valor Online |

Ao final do pregão, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontava alta de 0,02 ponto, a 14,62% ao ano. O vencimento janeiro 2011 finalizou sem alteração a 14,27%. E janeiro 2012 ganhou 0,02 ponto, para 13,98%.

Entre os curtos, os vencimentos para setembro e outubro de 2008 fecharam estáveis a 12,87% e 13,18%, respectivamente. Novembro de 2008 encerrou a 13,37%, com alta de 0,02 ponto. E o DI para janeiro de 2009 valorizou 0,02 ponto, para 13,81% ao ano.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 413.450 contratos, equivalentes a R$ 34,41 bilhões (US$ 21,06 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 171.980 contratos, equivalente a R$ 14,27 bilhões (US$ 8,73 bilhões).

Segundo o economista da Geral Asset, Denílson Alencastro, as movimentações da curva continuam pouco expressivas, pois as expectativas quanto à condução da política monetária não mudaram desde a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Para Alencastro, a melhora recente da inflação, que acompanha a queda no preço das commodities, não tem força suficiente para mudar as expectativas quanto à decisão do colegiado, que deve optar por mais uma elevação de 0,75 ponto percentual na taxa Selic na reunião de setembro.

De acordo com o economista, o que garante tal visão são os dados de atividade, como vendas no varejo e produção industrial, que seguem bastante aquecidos. Além disso, alguns núcleos ainda apontam preços em elevação, como serviços e outros itens sensíveis à maior demanda.

Outro ponto relevante e que corrobora com uma atuação mais incisiva do Banco Central é o comportamento das expectativas. As projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no fechamento de 2008 recuando um pouco, mas para 2009 a estimativa segue em 5%, acima da meta perseguida pelo BC e 4,5%.

Na agenda do dia, os investidores receberam o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no município de São Paulo, que subiu 0,34% na segunda prévia de agosto, resultado dentro do esperado. Também foi divulgada a segunda prévia do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). Os preços no atacado tiveram deflação de 0,12%, contra inflação de 1,79% um mês antes.

Na gestão da dívida pública, o Tesouro Nacional realizou hoje leilão de troca de Letras do Tesouro Nacional (LTN). A aceitação foi baixa, com 570 mil notas tomadas de um total de 3 milhões ofertadas. A operação movimentou R$ 489 milhões.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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