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Mercados: DIs de longo prazo sustentaram alta na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros fecharam o pregão com a mesma trajetória que iniciaram o dia. Com pouca liquidez, os contratos curtos fecharam com ligeira baixa ou estáveis e os mais longos avançaram avançaram, ainda movidos pela aversão a risco dos investidores.

Valor Online |

Ao final do pregão, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, caiu 0,02 ponto percentual, a 14,74% ao ano. O vencimento janeiro 2011 fechou a 15,26%, com alta de 0,09 ponto. E janeiro 2012 projetava 15,72%, ganho de 0,09 ponto. Entre os contratos curtos, os vencimentos de janeiro de 2009, com mais liquidez, fechou a 13,94%, estável em relação ao dia anterior.

Até as 16h30, antes do ajuste final de posições, foram negociados 432.860 contratos, equivalentes a R$ 36,61 bilhões (US$ 16,75 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 232.480 contratos, equivalentes a R$ 19,72 bilhões (US$ 9,02 bilhões).

O ajuste de baixa entre os vencimentos mais próximos reflete as perspectivas do mercado em relação à política monetária local. Segundo Alexandre Horstmann, diretor de gestão da Meta Asset Management, ainda há muita incerteza sobre como o Banco Central (BC) vai conduzir o juro básico daqui para frente, tendo em vista a desaceleração global e o comportamento apreciado do dólar.

Já os DIs com vencimento mais longo continuam levando em conta o nível de aversão a risco de estrangeiros. Em Nova York, o mercado opera em baixa e continua vendo com preocupação os efeitos da crise para a economia real. Além da queda dos dados imobiliários de setembro, o nível de confiança dos consumidores também recuou neste mês nos EUA.

Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da Gradual Corretora, diz que as taxas chegaram a operar com alta bem mais relevante na ponta de longo prazo, mas arrefeceram bastante o movimento conforme o dólar comercial firmou a trajetória de baixa ao longo do dia.

Com a moeda mais barata, a visão de pressão inflacionária perde fôlego entre os investidores e as apostas de juro mais alto no futuro também.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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