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Mercados: DIs de longo prazo fecham com nova alta na BM F

SÃO PAULO - A tensão voltou a dominar as operações com dólar e também com contratos de Depósitos Interbancários (DIs) que fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F). A cautela continua orientada pelo comportamento dos mercados internacionais, sobretudo nos Estados Unidos.

Valor Online |

A moeda americana também influencia as negociações com juros futuros, devido ao peso inflacionário da moeda sobre os preços.

Ao final do pregão, o contrato de DI com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontava alta de 0,04 ponto percentual, a 14,86% ao ano. O vencimento janeiro 2011 fechou a 15,16%, com valorização 0,26 ponto percentual. E Janeiro 2012 projetava 15,25%, com ganho de 0,26 ponto percentual também.

Entre os contratos curtos, o vencimento para novembro fechou estável a 13,66% e o de dezembro de 2008 subiu 0,03 ponto, para 13,87% ao ano. O DI para janeiro de 2009 encerrou com aumento de 0,04 ponto, para 14,04%.

Até as 16h20, antes do ajuste final de posições, foram negociados 592.920 contratos, equivalentes a R$ 47,971 bilhões (US$ 22,036 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 277.280 contratos, equivalentes a R$ 23,394 bilhões (US$ 10,743 bilhões).

Rodrigo Nassar, da corretora Hencorp, disse que até mesmo as notícias que poderiam acalmar o mercado estão sendo olhadas com um viés negativo. É o caso do discurso de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (Fed), que manifestou a possibilidade de revisão da política monetária à luz das dificuldades da economia real.

A notícia teria o poder de assentar os humores, já que sinaliza a possibilidade de corte de juros. Mas a inconseqüência predomina e os investidores entendem a manifestação como um sinal de que as coisas estão realmente ruins para a economia se o Fed chegar a esse ponto.

Nassar menciona ainda que o resultado do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) que subiu 0,36% em setembro e "ficou um pouco acima da mediana das expectativas". Ainda assim, ele acredita que a crise forçará uma revisão da política monetária por aqui também, com o fim do ciclo de alta de juros promovido pelo BC.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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