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Mercados: DIs acompanham piora externa e fecham com alta na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros encerraram a quinta-feira apontando para cima na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F). Segundo o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, o sentimento positivo observado no período da manhã não resistiu à piora de humor externo que derruba Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em mais de 5% e puxa uma alta de mais de 3,8% no preço do dólar.

Valor Online |

Ao final do pregão, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010 apontava alta de 0,06 ponto percentual, para 15,43%. Na mínima o contrato testou 15,27%. Janeiro 2011 teve alta de 0,16 ponto, para 16,20%. E janeiro 2012 apontava 16,45%, leve baixa de 0,01 ponto.

Na ponta curta, dezembro de 2008 marcava 13,61%, também baixa de 0,01 ponto. Já o DI para janeiro de 2009 avançou 0,01 ponto, negociado a 13,73%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 251.340 contratos, equivalentes a R$ 21,67 bilhões (US$ 10,22 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 106.335 contratos, equivalentes a R$ 9,02 bilhões (US$ 4,25 bilhões).

Os investidores receberam, hoje, a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que, na semana passada, optou pela estabilidade da taxa de juros em 13,75% ao ano, pondo uma pausa brusca em um ciclo de alta iniciado em abril.

Segundo o economista, o documento sinaliza que a taxa básica de juros da economia brasileira deve seguir estável até o encerramento do ano. Para ele, nada deve mudar substancialmente até o próximo encontro da autoridade monetária, agendado para os dias 9 e 10 de dezembro. "A incerteza não vai se dissipar nesse horizonte."
Rosa destaca, também, que o colegiado mostra uma grande preocupação com o efeito do crescimento econômico sobre a inflação, mas também pondera que a crise externa, via retração de crédito e crescimento, pode acentuar os efeitos da política monetária.

O que está claro, na visão do economista, é que o BC vai buscar o centro da meta inflacionária, de 4,5%, já em 2009. Por isso, é possível afirmar que caso as expectativas continuem se deteriorando, novos reajustes na taxa de juros ainda podem acontecer.

O Tesouro Nacional realizou hoje leilão de venda de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Letras Financeiras do Tesouro (LFT). Pelo resultado prévio 289.500 LFTs foram tomadas de 300 mil ofertadas. E todas as 1,8 milhão de LTNs foram compradas. As duas operações movimentaram R$ 2,63 bilhões.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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