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Mercados: DIs acompanham instabilidade externa e sobem na BM F

SÃO PAULO - Os contratos de juros futuros registram mais um pregão de instabilidade, com a valorização do dólar ante o real pressionando a formação de preço em alguns vencimentos. Ao final do pregão na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F), o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010 apontava alta de 0,13 ponto percentual, para 15,22%.

Valor Online |

Janeiro 2011 fechou com alta de 0,13 ponto, para 15,93%, e janeiro 2012 apontava 16,08%, sem alteração.

Na ponta curta dos contratos, dezembro de 2008 marcava 13,50%, queda de 0,06 ponto percentual. Já o DI para janeiro de 2009 aumentou 0,02 ponto, negociado a 13,70%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 370.950 contratos, equivalentes a R$ 30,68 bilhões (US$ 13,24 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 192.760 contratos, equivalente a R$ 16,43 bilhões (US$ 7,46 bilhões).

A economista-chefe do Banco Fibra, Maristella Ansanelli, aponta que o mercado de DIs segue sem emoção, ou seja, o volume continua reduzido e os investidores pouco propensos a formar posições.

De acordo com a especialista, o momento requer paciência e cautela. A expectativa é de inflação mais elevada no curto prazo, mas não se sabe como ficarão os preços no médio prazo, por causa do impacto da crise externa sobre o ritmo de atividade.

Partindo de tal premissa, a economista aponta que o Banco Central (BC) deve manter a postura adotada no final de outubro e segurar a taxa básica de juros em 13,75% ao ano não só na reunião de dezembro, mas durante grande parte de 2009.

Segundo Maristella, mesmo que a crise externa se aprofunde não é possível visualizar uma mudança na taxa de juros. Por mais que o preço do dólar venha a aumentar, há, também, um impacto mais acentuado sobre o crédito e o consumo.

Na gestão da dívida pública, o Tesouro Nacional realizou, hoje, leilão de compra de Letras do Tesouro Nacional (LTNs). Todo o lote de 1 milhão de papéis ofertado foi comprado, movimentando R$ 983,18 milhões.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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