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Mercados: DIs acompanham dólar e fecham em baixa na BM F

SÃO PAULO - O pregão foi de forte instabilidade para os contratos de juros futuros, mas, no final das contas, a desvalorização do dólar, que perdeu mais de 4% ante o real, preponderou sobre a instabilidade externa, resultando em uma dia de queda para os vencimentos. Ao final da sessão na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F), o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010 apontava baixa de 0,17 ponto percentual, para 15,14%. Janeiro 2011 também fechou com baixa de 0,17 ponto, para 15,95%, e janeiro 2012 apontava 16,21%, sem alteração.

Valor Online |

Na ponta curta, dezembro de 2008 marcava 13,40%, queda de 0,09 ponto percentual. Já o DI para janeiro de 2009 recuou 0,03 ponto, para a 13,65%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 367.835 contratos, equivalentes a R$ 31,39 bilhões (US$ 13,47 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 126.650 contratos, equivalentes a R$ 10,79 bilhões (US$ 4,63 bilhões).

Segundo o gestor de renda fixa da Nobel Asset Management, Leonardo Breder, grande parte da instabilidade que os juros futuros registram decorre do baixo volume negociado, com agentes retraídos e avessos a montar posições de longo prazo.

De acordo com Breder, as operações com taxas de futuras têm dois direcionadores principais. O primeiro deles é o risco externo e o outro é o comportamento da taxa de câmbio.

Além disso, o pano de fundo para os negócios é uma expectativa clara de desaceleração da economia brasileira. Para Breder, esse fator pode levar o Banco Central a parar, efetivamente, o ciclo de alta de juros e até cogitar uma redução na Selic no segundo semestre do ano que vem.

Por ora, o gestor acredita que o Banco Central deve optar pela estabilidade da taxa básica em 13,75% ao ano. "O BC quer ganhar tempo olhando onde o dólar vai se estabilizar e como a redução da atividade pode atingir a inflação."
(Eduardo Campos | Valor Online)

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