SÃO PAULO - A quarta-feira tem fraca agenda de indicadores. Com isso, a atenção fica voltada para a continuidade do ajuste nas bolsas depois que o Federal Reserve (Fed) banco central norte-americano optou por manter a taxa básica de juros em 2% ao ano.

Apesar de contrariar a expectativa do mercado, ao manter o juro estável, o BC dos EUA sinalizou que a situação não deve ser tão grave quanto se imagina.

Hoje, os investidores conhecem novos indicadores referentes ao setor imobiliário norte-americano, como a construção de novas moradias e os pedidos semanais por empréstimos hipotecários.

A agenda externa ainda reserva a conta de transações correntes nos Estados Unidos e os estoques de petróleo e derivados.

Por aqui, o único evento agendado é a divulgação do fluxo cambial parcial para o mês de setembro, que será apresentado pelo Banco Central (BC).

Amanhã, as atenções recaem na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que na semana passada subiu a Selic em 0,75 ponto percentual, a 13,75% ao ano. Estão previstos ainda o IPC-Fipe e segunda medição do IGP-M. Nos EUA, saem os pedidos por seguro-desemprego e o índice de indicadores antecedentes.

"(Eduardo Campos | Valor Online)"

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