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Mercados da Ásia fecham sem rumo único; fraude deprime bolsa da Índia

SÃO PAULO - Os principais mercados acionários asiáticos encerraram o pregão desta quarta-feira sem rumo único. A esperança de que o novo presidente americano, Barack Obama, promova medidas de estímulo econômico continua a sustentar o ânimo no Japão e na Coréia do Sul.

Valor Online |

As bolsas da China, Hong Kong e Índia tiveram um dia de queda, sob influência de notícias locais. Em Mumbai, a descoberta de uma fraude contábil em uma empresa de software influenciou negativamente os negócios.

O índice Kospi, da bolsa de Seul, teve o quinto pregão de alta ao subir 2,84%, aos 1.228,17 pontos. Na bolsa de Tóquio, o índice Nikkei 225 ganhou 1,74%, para 9.239,24 pontos. Em ambas, os destaques foram para exportadoras, que vendem bastante para os Estados Unidos. Os papéis da Honda saltaram 11% e os da Sharp ganharam 13% em Tóquio.

Sob movimento de realização de lucros, em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 3,37% para fechar em 14.987,46 pontos. Na China, o Shanghai Composite terminou com queda de 0,68%, aos 1.924,01 pontos. Os papéis do China Construction Bank perderam 8,8% em Hong Kong e 2,5% em Xangai depois que o Bank of America vendeu cerca de US$ 2,8 bilhões em ações da companhia a fim de levantar capital para pagar a aquisição da Merrill Lynch.

Na Índia, o principal indicador do mercado de Mumbai, o Sensex, caiu 7,25% para 9.586,88 pontos. A pressão foi da derrocada das ações da Satyam Computer Services, quarta maior empresa de software do país. Os papéis despencaram 82% depois de seu fundador e presidente, Ramalinga Raju, renunciar e revelar que a companhia falsificou os balanços por anos, gerando uma fraude superior a US$ 1 bilhão.

(Valor Online, com agências internacionais)

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