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Mercados: Com baixa nas bolsas, DIs fecham com alta na BM F

SÃO PAULO - Os principais contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs) registraram valorização das taxas no final dos negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F). O movimento foi justificado pela piora do humor no mercado acionário americano e brasileiro, que registram baixa relevante nesta tarde.

Valor Online |

Ao final do pregão, o contrato de DI com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontava alta de 0,03 ponto percentual, a 15,34% ao ano. O vencimento janeiro 2011 fechou a 16,04%, com aumento de 0,08 ponto percentual. O contrato para janeiro de 2012 encerrou com alta de 0,03 ponto percentual, para 16,44% anuais.

Nos contratos com vencimento mais curto, o DI de dezembro era o único a se ajustar para baixo, em queda de 0,02 ponto percentual, para 13,62% ao ano. O vencimento de janeiro de 2009, por sua vez, apontou alta de 0,01 ponto percentual, para 13%73% ao ano.

Até as 16h30, antes do ajuste final de posições, foram negociados 256.405 contratos, equivalentes a R$ 22,41 bilhões (US$ 10,56 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 104.450 contratos, equivalentes a R$ 8,86 bilhões (US$ 4,18 bilhões).

As taxas de juros do mercado futuro abriram o pregão desta quarta-feira sem rumo definido, com cada vencimento operando em rumos divergentes. O fraco volume de negócios tem marcado o segmento, com variações nem sempre justificadas por fundamentos.

Na segunda etapa dos negócios, os agentes internacionais e domésticos acentuaram movimentos de realização de lucro no mercado acionário, o que influenciou a abertura, ainda que modesta, de praticamente todas as taxas no segmento.

Para Ures Folchini, vice-presidente de Tesouraria do Banco WestLB, ainda que tenha sido divulgado pelo Institute for Supply Management (ISM) um dado pior de atividade no setor de serviços nos EUA, que caiu de 50,2 pontos para 44,4 pontos e outubro, os agentes estavam mais atentos ao desempenho do segmento acionário nos Estados Unidos.

"A piora do humor nas bolsas contaminou os DIs", diz Folchini. Segundo ele, o segmento também embute preocupações do mercado com os próximos passos do Banco Central na condução da política monetária. Folchini acredita que a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), a ser divulgada amanhã, trará um cenário mais preocupado com inflação do que com atividade. Isso justificaria a alta nas taxas longas.

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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