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Mercados: Bovespa voltou aos 55 mil pontos; dólar teve pregão de alta

SÃO PAULO - A quinta-feira teve contorno menos negativo para os mercados brasileiros. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) confirmou os ganhos da quarta-feira e os juros futuros apontaram para baixo. Já o dólar voltou a ganhar valor ante o real, seguindo a apreciação da moeda estrangeira sobre outras divisas.

Valor Online |

Os mercados norte-americanos também tiveram um dia positivo. Os investidores deixaram de lado a alta na inflação ao consumidor, que atingiu o maior patamar em 17 anos, e deram mais importância ao resultado do Wal-Mart e à recuperação nas ações do setor financeiro. Ao final do dia, o Dow Jones ganhou 0,72% e o Nasdaq avançou 1,03%.

Além dos ganhos lá fora, a Bovespa também se beneficiou do aumento no preço de algumas commodities metálicas, o que deu fôlego às ações da Vale e das siderúrgicas. Com isso, o Ibovespa encerrou com elevação de 1,04%, aos 55.138 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 4,11 bilhões. O ganho do dia foi limitado pela queda nas ações da Petrobras, que acompanhou o preço do petróleo.

Depois da trégua na quarta-feira, o dólar voltou a ganhar ante o real. Os investidores consolidam a idéia de tendência de alta e um sinal disso é o aumento das posições compradas (aposta de desvalorização do real) no mercado futuros.

Depois de cair a R$ 1,608 na abertura, as compras ganharam força e puxaram o dólar comercial para R$ 1,624 na compra e R$ 1,626 na venda, apreciação de 0,68%.

Na roda de pronto da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F) a moeda avançou 0,84%, para R$ 1,627. O volume financeiro somou US$ 380 milhões. O giro interbancário foi elevado e movimentou mais de US$ 6 bilhões.

A baixa liquidez impera no mercado de juros futuros, evidenciando a falta de espaço para apostas dada a consolidação das expectativas em torno da condução da política monetária. A pequena oscilação da curva fica entre a queda no preço do petróleo e a valorização do câmbio.

O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado, apontava baixa de 0,02 ponto, a 14,73% ao ano. O vencimento janeiro 2011 recuou 0,03 ponto, para 14,45%, e janeiro 2012 perdeu 0,01 ponto, para 14,19%.

Entre os contratos curtos, o vencimento para setembro de 2008 fechou estável a 12,84%. Outubro de 2008 subiu 0,01 ponto para 13,14%. Novembro de 2008 continuou precificando 13,33%, e o DI para janeiro de 2009 avançou 0,01 ponto, para 13,77% ao ano.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 227.270 contratos, equivalentes a R$ 18,04 bilhões (US$ 11,38 bilhões), montante 39% menor que o registrado um dia antes e um dos menores do ano. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 128.930 contratos, equivalente a R$ 10,65 bilhões (US$ 6,57 bilhões).

(Eduardo Campos | Valor Online)

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