SÃO PAULO - Com as commodities apontando para baixo, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) dá uma pausa na seqüência de valorização que já durava três pregões consecutivos. Por volta das 14h40, o Ibovespa apresentava desvalorização de 0,18%, aos 54.838 pontos, com giro financeiro em R$ 2,11 bilhões, baixo em comparação com os outros dias.

Em Wall Street, o pregão tem rumo diferente. A baixa no preço do petróleo e a redução nas preocupações com o setor imobiliário mantêm os investidores na ponta compradora. Há pouco, o Dow Jones valorizava 1,59%, enquanto o Nasdaq caía 1,17%.

A formação da taxa de câmbio por aqui acompanha o preço do dólar do mercado internacional. Depois de quatro dias seguidos de baixa, a moeda norte-americana ganha valor sobre o real. Há pouco, a divisa valia R$ 1,621 na venda, alta de 0,62%.

Dentro do índice, as ações da Petrobras e da Vale puxam as perdas. O papel PN da estatal recuava 0,81%, para R$ 35,10, e o ativo PNA da mineradora perdia 1,31%, para R$ 38,25.

Impedindo uma queda maior do índice, Bradesco PN ganhava 0,62%, para R$ 30,38. Itaú PN valorizava 0,54%, para R$ 31,44, e Banco do Brasil ON subia 1,63%, para R$ 23,68.

Entre as siderúrgicas, foco no papel ON da CSN, que ganhava 0,50%, para R$ 55,28, enquanto Gerdau PN perdia 1,53%, para R$ 29,53, e Usiminas PNA desvalorizava 1,54%, para R$ 55,97.

Forte alta para as ações PN da Duratex, que ganhavam 4,18%, para R$ 24,90. O UBS fez comentários positivos sobre a companhia e disse que o papel está barato. Bom desempenho também para Telesp PN, com alta de 3,54%, para R$ 46,70.

As construtoras seguem na ponta vendedora. O papel ON da Gafisa desvalorizava 3,72%, para R$ 23,25, Cyrela ON caía 2,71%, para R$ 21,15, e Rossi Residencial ON perdia 2,35%, para R$ 10,77.

(Valor Online)

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.