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Mercados: Ações resistiram à crise de crédito e subiram nos EUA

SÃO PAULO - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta ontem, mantendo o desempenho positivo da véspera com mais uma queda do petróleo e com o panorama tranquilizador dado pela Cisco Systems, que ofuscou a persistente preocupação com o crédito.

Valor Online |

O índice Dow Jones avançou 0,35%, para 11.656 pontos. O Nasdaq subiu 1,21%, para 2.378 pontos. O Standard & Poor´s 500 ganhou 0,34%, para 1.289 pontos.

A Cisco, fabricante de equipamento de acesso à internet, deu o tom para as ações de tecnologia após divulgar resultado trimestral acima do esperado e afirmar que espera que o cenário de economia fraca não deverá persistir por muito tempo. Suas ações subiram 5,7%.

A queda nos preços de petróleo para a mínima em três meses ajudou o mercado a se recuperar da queda inicial com um prejuízo mais amplo do que o esperado da concessora de hipoteca Freddie Mac. A empresa ainda anunciou um plano de cortar seus dividendos em 80% buscando sobreviver à prolongada crise de crédito.

O principal índice de ações européias fechou em alta, com destaque para as ações de bancos após o BNP Paribas anunciar lucro melhor que o esperado. Ações ligadas a commodities também se destacaram depois que a Xstrata propôs uma oferta de US$ 10 bilhões para comprar a Lonmin.

O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,93%, para 1.193 pontos - maior nível de fechamento em sete semanas. O BNP Paribas superou as expectativas de resultado no segundo trimestre, e as ações do banco subiram 5,2%.

Em Londres, o índice Financial Times fechou em alta de 0,58%, a 5.486 pontos. O DAX, de Frankfurt, avançou 0,65%, para 6.561 pontos. Também subiram as bolsas de Paris (1,41%), Milão (0,97%), Madri (0,2%). Lisboa caiu 1,31%.

(Valor Econômico, com agências internacionais)

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