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Mercado vê queda mais acentuada do juro em 2009

SÃO PAULO - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central vai intensificar os cortes de juro ao longo de 2009, o que levará a taxa Selic para 11,25% ao final do ano, mostrou pesquisa divulgada nesta segunda-feira.

Redação com agências |

De acordo com levantamento feito pelo BC com empresas e analistas, a taxa básica de juro do país deve ser reduzida em 0,50 ponto percentual, para 13,25%, na reunião desta semana do Copom.

Mas até dezembro, o juro deve cair mais, fechando o ano em 11,25% e não em 11,75% como estimado na pesquisa anterior.

Para 2010, a estimativa é que o juro básico brasileiro estará em 11% ao final do ano, 0,25 ponto abaixo da estimativa passada.

Inflação

Os analistas consultados pelo BC diminuíram sua estimativa para a inflação em 2009 na semana passada. A previsão de variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de de 5% para 4,80%.

Para 2010, as projeções estão ancoradas no centro da meta do governo, em 4,50%, há 33 semanas.

De acordo com o Boletim Focus, que compila as previsões de analistas de cem instituições financeiras e consultorias, as projeções dos demais indicadores inflacionários também caíram. A previsão para o IGP-DI de 2009 foi de 4,93% para 4,91%, enquanto a estimativa para o IGP-M diminuiu de 4,92% para 4,77%. Em relação ao IPC-Fipe, a projeção recuou ligeiramente, de 4,55% para 4,54%.

Para janeiro de 2009, o mercado diminuiu as previsões do IPC da Fipe (0,40% para 0,38%), IGP-DI (0,20% para 0,15%) e para o IGP-M (de -0,01% para -0,07%) e manteve a projeção do IPCA estável em 0,40%.

PIB

Depois da forte redução na semana retrasada, o mercado financeiro manteve estável a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009. De acordo com a pesquisa Focus desta semana,  a estimativa de expansão continua em 2,00%.

Em termos de produção industrial, porém, a projeção média foi reduzida de alta de 2,50% para 2,15%.

Na balança comercial, a previsão é de saldo comercial positivo de US$ 14,5 bilhões em 2009, mesmo nível apurado na pesquisa anterior. A conta de transações correntes do país deve fechar 2009 com déficit de US$ 25 bilhões, também igual ao do levantamento precedente.

Em investimento estrangeiro direto, deve haver ingresso de US$ 23 bilhões em 2009, abaixo da previsão anterior, de US$ 23,81 bilhões.

(Com informações da Reuters e Valor online)

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