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Mercado tem reação morna à decisão do BC dos EUA

O resultado da reunião do banco central dos EUA (Fed) não trouxe euforia ao mercado financeiro. As bolsas chegaram a ampliar temporariamente os ganhos, mas logo voltaram aos níveis que praticavam antes de o Fed manter em 2% ao ano a taxa básica de juros americana.

Agência Estado |

A decisão pela manutenção da taxa foi tomada por 10 votos a favor e um contrário. O comunicado sugere, no entanto, que a preocupação com a inflação continua em alta nas prioridades do Fed.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, que subia 1,36% minutos antes do anúncio, chegou a bater em 2% de elevação e, às 15h22, avançava 1,42%, aos 56.400,9 pontos. O Dow Jones, da Bolsa de Nova York, chegou a subir 2,33% (ante 1,86% antes do anúncio) e às 15h23 tinha alta de 1,89%. Já o S&P operava neste horário em +1,72% (ante 1,73% antes do anúncio e 2,16% após), e o Nasdaq subia 1,76% (1,54% antes e 1,91% após).

O dólar comercial manteve-se em alta de 0,70%, a R$ 1,574 após a decisão e o comunicado do Fed. "O dólar não mostrou reação porque tanto a decisão como o placar e o comunicado do Fed vieram em linha com o esperado. Além disso, a cotação segue atrelada à alta externa do dólar por causa do recuo do petróleo", disse um operador.

No mercado de juros futuros, as taxas praticamente permaneceram nos mesmos níveis anteriores à divulgação da decisão do Fed. Às 15h27, o contrato de depósito interfinanceiro com vencimento em janeiro de 2010, o mais negociado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), projetava taxa de 14,70% ao ano, contra 14,78% ao ano na véspera. Dados domésticos de inflação conhecidos mais cedo e a queda do petróleo davam o tom nas operações na BM&F hoje.

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