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Mercado pede transparência

No fim da tarde de ontem, a Agrenco informou ter recebido uma oferta da Noble Brasil, mas decidiu prosseguir com as negociações com a Louis Dreyfus Commodities (LDC). O acordo com a LDC, anunciado no dia 24 de junho, ainda permanece um mistério para os acionistas.

Agência Estado |

"A única coisa que está clara é que a Dreyfus pode, a seu bel-prazer, colocar dinheiro na Agrenco", diz um advogado ligado a fundos que aplicam na empresa.

Essa é só mais uma de uma série de situações mal explicadas ao mercado. A surpresa da vez é a indicação de Cassio Casseb para a presidência do conselho. Embora seu nome já apareça no relatório financeiro publicado em maio, até ontem a Agrenco não havia divulgado sua indicação como conselheiro. Casseb teria sido levado para a Agrenco para conseguir empréstimos nos bancos e é apontado como o responsável por costurar o acordo com a Dreyfus, empresa que presidiu até 2006, antes de ir para o Pão de Açúcar. O que causa estranheza no mercado é que esse comportamento venha de um grupo que tem como conselheiro o ex-presidente do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, José Guimarães Monforte, que preparou a Agrenco para o IPO e é um dos interlocutores dela com o mercado financeiro.

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