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Mercado de aparelhos ultra-portáteis vai girar US$ 27 bilhões em 2013

SÃO PAULO - Além de complexo, o mercado de aparelhos ultra-portáteis (UMDs, na sigla em inglês) deve sofrer uma grande expansão nos próximos cinco anos. Englobando produtos emergentes, como PCs ultra-portáteis (UMPCs, na sigla em inglês), aparelhos de acesso móvel à internet (MID, na sigla em inglês) e subnotebooks, a categoria de UMDs deve girar, neste ano US$ 3,5 bilhões.

Valor Online |

Em 2013, esse valor deve se aproximar de US$ 27 bilhões, segundo projeções da consultoria ABI Research.

Neste ano, o varejo representa 14% das vendas de UMDs, enquanto operadores de telefonia móvel têm participação de 30% do mercado. O restante é vendido diretamente pelos fabricantes. Segundo a ABI, em cinco anos, a distribuição será completamente alterada. As operadoras deixarão de subsidiar, como fazem hoje, esses aparelhos para elevar seu faturamento com serviços. Em 2013, a previsão é que apenas 20% dos UMDs serão vendidos por operadoras, enquanto o varejo dominará o setor, com uma fatia de 75% das vendas em unidades.

A ABI ainda acredita que, em cinco anos, mais da metade dos UMDs serão equipados com processadores com tecnologia x86 - utilizada hoje em PCs comuns. A maioria desses chips, afirma a consultoria, será da família Atom, da gigante e líder de mercado Intel.

No caso dos sistemas operacionais, porém, haverá uma inversão da regra geral de mercado nos UMDs. Ao contrário dos PCs comuns, dois em cada três aparelhos serão equipados com sistema livre Linux, em vez do Windows, da Microsoft.

Segundo a consultoria, alguns MIDs irão integrar, em cinco anos, serviços de celular. "MIDs sem planos celulares de voz serão vistos pelos usuários como 'aparelhos de companhia'", afirma o analista da ABI, Philip Solis. "Eles serão usados juntamente com telefones celulares, mas não serão levados sempre com os usuários. Os MIDs com serviço de voz, por outro lado, serão capazes de substituir totalmente os telefones. Eles se tornarão os mais novos telefones inteligentes (smartphones) de alto desempenho", afirmou o analista.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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