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Mercado celular de SP tem espaço para crescer

Por falta de competição, a densidade da telefonia celular em São Paulo é menor do que em outras regiões com menor poder aquisitivo. O Estado de São Paulo teve, até pouco tempo atrás, somente três operadoras de telefonia celular - Vivo, Claro e TIM -, enquanto a maioria dos outros Estados tem quatro opções.

Agência Estado |

A situação começou a mudar com a entrada da Aeiou como a quarta operadora da Grande São Paulo no mês passado, e a competição deve se acirrar com a chegada a Oi.

"São Paulo sempre teve o custo do minuto do pré-pago mais caro do País", disse Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. "A chegada da Aeiou já deu uma cutucada para baixo nos preços." Segundo a Teleco, o Estado de São Paulo está em primeiro lugar no ranking de quantidade de celulares, com 33,08 milhões em agosto, mas fica em sexto no ranking de densidade, com 78,22 aparelhos por 100 habitantes. Em primeiro lugar está Brasília, com 129,27% de densidade, seguida do Rio de Janeiro (89,8%) e de Mato Grosso do Sul (88,1%).

A região metropolitana de São Paulo está em 11º lugar na lista dos códigos de DDD com maior densidade, com 86 celulares por 100 habitantes. Salvador está em primeiro, com 123,9 celulares por 100 habitantes.

Tude classificou como boa a estratégia da Oi de oferecer R$ 20 em créditos diários para os primeiros clientes pré-pagos. "Com isso, a empresa pode criar rapidamente uma base inicial de clientes", destacou. "Como a rede deles vai estar vazia, a promoção quase não tem custo." A operadora terá de absorver os custos da tarifa de interconexão quando seu cliente ligar para um telefone fixo. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Ele destacou que a promoção pode ser interessante para pessoas que moram em São Paulo e têm parentes no Nordeste, Região onde a Oi é concessionária. "Os concorrentes devem aumentar suas promoções", disse o presidente da Teleco.

Para Júlio Puschel, analista da consultoria Yankee Group, trata-se de uma estratégia interessante para o começo da operação. "A Oi vai conseguir testar a qualidade de sua rede e conhecer o comportamento do consumidor", afirmou o analista. Posteriormente, Puschel acredita que a Oi terá de criar promoções para fatias mais diferenciadas do público. "Essa promoção é fácil de ser copiada pela concorrência." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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