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Mercado antecipa corte na produção e petróleo se recupera

Os preços do petróleo se recuperaram nesta quinta-feira em Nova York, onde os investidores antecipam uma redução da produção por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), após várias declarações de membros do cartel indicando um corte.

AFP |

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de West Texas Intermediate (designação do "light sweet crude" negociado nos EUA) para entrega em dezembro fechou cotado a 67,84 dólares, uma alta de 1,09 dólar em relação a quarta-feira.

As cotações subiram, depois de ter chegado a 65,90 dólares durante a sessão, seu novo recorde negativo 13 de junho de 2007.

Em Londres, o baril de Brent do mar do Norte com vencimento semelhante ganhou 1,40 dólares, encerrando a 65,92 dólares.

"É apenas uma pequena alta em antecipação à reunião da Opep", que marcou uma reunião em caráter emergencial para sexta-feira em Viena, com o objetivo de discutir medidas para frear a queda dos preços do barril, estimou Andy Lipow, da Lipow Oil Associates.

Dirigentes de vários países membros do cartel se declararam a favor de um corte na produção petroleira.

"Vamos reduzir a produção", afirmou o presidente da Opep, o argelino Chakhib Khelil.

Redução que pode ser significativa, uma vez que os membros mais radicais do cartel defendem sistematicamente uma política de preços elevados.

O ministro do Petróleo iraniano, Gholam Hossein Nozari, considerou nesta quinta-feira que uma redução da produção da Opep da ordem de dois milhões de barris diários (mbd) deve "estabilizar o mercado".

Opinião compartilhada pelo ministro líbio Chukri Ghanem, que deseja "criar um equilíbrio entre a oferta e a demanda". Ghanem estima que "90 dólares seria um bom preço para o barril".

O ministro do Petróleo venezuelano também declarou-se favorável a um corte de pelo menos 1 mdb na produção do cartel.

Segundo Andy Lipow, este seria o nível mínimo necessário para equilibrar oferta e demanda.

mla/ap

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