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Mercado americano passa a operar em alta e Ibovespa acentua ganhos

SÃO PAULO - A virada do mercado americano, que passou a operar em alta com uma reação favorável dos investidores aos resultados divulgados por algumas varejistas, levou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) a acentuar os ganhos no pregão. Por volta de 14h30, o Ibovespa, que oscilou entre 70.461 pontos e 71.

Valor Online |

SÃO PAULO - A virada do mercado americano, que passou a operar em alta com uma reação favorável dos investidores aos resultados divulgados por algumas varejistas, levou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) a acentuar os ganhos no pregão. Por volta de 14h30, o Ibovespa, que oscilou entre 70.461 pontos e 71.411 pontos, subia 0,80%, aos 71.359 pontos, e girava R$ 3,8 bilhões. Em Wall Street, o índice Dow Jones avançava 0,31%, enquanto o S & P 500 ganhava 0,28% e o Nasdaq tinha alta de 0,19%. Pela manhã, pesaram sobre o pregão os dados do mercado trabalhista. Os novos pedidos de seguro-desemprego no país aumentaram inesperadamente em 18 mil na semana fechada em 3 de abril, na comparação com uma semana antes, para 460 mil. À tarde, entretanto, as principais companhias do setor varejista americano apresentaram um aumento de vendas em março, o que voltou a animar os investidores. Na Europa, as bolsas fecharam em baixa, apesar de o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, ter tentado acalmar o mercado, que está inseguro em relação ao fato de a União Europeia poder oferecer ajuda emergencial para tentar solucionar a crise da dívida da Grécia. O dirigente afastou a perspectiva de que o país não cumpra com seus pagamentos e disse que não há motivos para não se confiar que o plano acertado para socorrer Atenas possa ser implementado caso haja necessidade. "O default não é uma opção para a Grécia", disse Trichet a jornalistas reunidos em Frankfurt. "Repito que o que é importante é a iniciativa que está sendo tomada e implementada pelo governo e Parlamento gregos", acrescentou. Apesar da fala do presidente do BCE, o índice FTSE, de Londres, recuou 0,86%, enquanto o DAX, de Frankfurt, perdeu 0,81% e o CAC 40, de Paris, diminuiu 1,20%. No cenário corporativo doméstico, as blue chips operam em direções opostas. Enquanto os papéis PNA da Vale subiam 0,83%, a R$ 50,62, com giro de R$ 517,1 milhões, as ações PN da Petrobras permaneciam em baixa, com queda de 0,36%, a R$ 35,67, com giro de R$ 274,3 milhões. A liderança positiva do Ibovespa segue com as ações ON da PDG realty, que avançavam, há pouco, 4,08%, a R$ 15,04, com os papéis ON da MRV, que subiam 3,36%, a R$ 12,29, e com as ações PN da Gol, que se valorizavam em 3,35%, a R$ 23,69. No sentido oposto, os papéis ON da Natura apresentam a a maior perda do índice, ao recuarem 2,28%, a R$ 35,94, enquanto as ações Klabin PN desciam 1,92%, a R$ 5,61, e Net PN cedia 1,32%, a R$ 22,32. Fora do Ibovespa, o destaque é dos recibos de ações da Laep, que disparam 1,56%, a R$ 9,09. Os investidores repercutem a redução obtida pela Parmalat no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) de uma multa de R$ 14 bilhões para R$ 12 milhões. No mercado cambial, o dólar também inverteu a trajetória e passou a operar em queda. Com mínima de R$ 1,776 e máxima de R$ 1,791, a moeda americana recuava, há pouco, 0,05%, cotada a R$ 1,777 na venda. (Beatriz Cutait | Valor)
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