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Mercadante defende pacto antidemissões

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) defendeu ontem um pacto entre governo, empresas e trabalhadores para evitar demissões por causa da crise econômica. Pacto que, segundo ele, poderia prever algumas medidas de exceção, como proposto pelo presidente da Vale, Roger Agnelli, desde que fossem negociadas antes do anúncio de corte de pessoal.

Agência Estado |

"O Roger fragilizou seu discurso ao demitir antes de negociar", afirmou o senador, referindo-se às 1.300 dispensas na mineradora.

Ele não quis, no entanto, detalhar se já existem propostas de flexibilização das leis trabalhistas em negociação. "O governo não deve tomar nenhuma medida unilateral. Qualquer mudança deve ser fruto de negociações com todas as partes", afirmou o senador, após participar de audiência na Assembléia Legislativa do Rio.

Segundo ele, algumas categorias já se sentaram à mesa com seus empregadores para avaliar medidas nesse sentido, mas acha que o movimento deve ser ampliado. "É preciso um amplo envolvimento para buscar medidas que mantenham o emprego", disse, citando entre possíveis medidas os bancos de horas, já adotados no passado.

Mercadante criticou as centrais, que ameaçam com greve para cobrar aumentos no funcionalismo público. "Não é o momento de aumentar gastos correntes, principalmente com o funcionalismo, que tem estabilidade no emprego. A hora é de preservar capacidade para investir, enfrentar a crise e proteger os mais fracos." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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