A inflação anualizada no conjunto da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico caiu para 1,9% em fevereiro

Paris - A inflação anualizada no conjunto da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) diminuiu dois décimos em fevereiro, atingindo 1,9% por causa da queda dos preços de energia.

Esse índice de 1,9% encobre diferenças muito significativas entre a inflação de 2,1% nos Estados Unidos (apesar de diminuir cinco décimos em um mês), frente a apenas 0,9% na zona do euro (queda de um décimo desde janeiro) e a uma queda dos preços de 1,1% no Japão (era de 1,3% no mês anterior), indicou nesta terça-feira a OCDE.

Grécia lidera alta dos preços

Dentro da zona do euro, a Grécia registrou o índice mais alto, de 2,9%, seguida de França (1,3%), Itália (1,1%), Espanha e Áustria (0,9%), Bélgica (0,8%), Alemanha (0,5%), Holanda (0,4%) e Portugal (0,2%). Já a Irlanda apontou uma queda de 2,4% Dos 30 membros da OCDE contabilizados, apenas Irlanda e Japão tiveram um núcleo da inflação negativa, de 3,4 e 1% respectivamente - que se utiliza como indicador de uma situação de deflação.

No conjunto da OCDE, os preços de energia subiram 8,3% entre fevereiro de 2009 e fevereiro deste ano, contra 10,6% um mês antes. A alimentação, por sua vez, caiu 0,3% nos 12 meses concluídos em fevereiro. Já entre janeiro de 2009 e janeiro de 2010 o índice tinha caído 0,7%.

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