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Melhorias nas rodovias ainda vão levar 8 anos

Até 2016, as empresas que controlam estradas em São Paulo deverão executar várias obras de melhorias e ampliação das vias, segundo a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp). Até mesmo as recém-privatizadas Ayrton Senna-Carvalho Pinto, Marechal Rondon, Dom Pedro I e Raposo Tavares deverão sofrer modificações, previstas em contrato, para diminuir os gargalos de congestionamento e melhorar o acesso às cidades.

Agência Estado |

Já em andamento está a construção do Complexo Anhangüera, na chegada da rodovia de mesmo nome à Marginal do Tietê, com a criação de marginais e de faixas adicionais. Ainda na Anhangüera está prevista instalação de terceiras faixas em Jundiaí e Louveira. Nos pontos críticos no entorno de Campinas, um novo anel viário será construído, com mais marginais, remodelação de trevos e outras obras.

Outro complexo de viadutos na chegada à capital, pela Castelo Branco, está previsto para ser erguido pela concessionária que administra a estrada, além de remodelação e ampliação do trevo de acesso a Jandira e Itapevi. Em Vargem Grande Paulista e Mairinque, passando por São Roque, haverá duplicação da Raposo, novos entroncamentos e a construção de marginais entre o km 95 e o km 105, em ambos os sentidos.

Pela Rodovia D. Pedro I, a nova concessão prevê a duplicação do trecho de Jundiaí-Itatiba, construção de faixas adicionais e alargamento de pontes e viadutos em toda a via. Há também previsão de ampliação e melhorias na Fernão Dias e na Régis Bittencourt.

O governo de São Paulo anunciou, na semana passada, um pacote de investimento, de R$ 1,15 bilhão, para recuperação e melhoria de rodovias e ligações entre as vias principais em todas as regiões do Estado, até mesmo na região metropolitana da capital. As obras deverão atingir 686 quilômetros de rodovias, hoje pontos de engarrafamentos e de perigo de acidentes. A previsão é de construir cerca de 370 novos acessos - 307 diretamente com a ação da Secretaria dos Transportes e 63 envolvidos nas concessões.

Outra forma de evitar os gargalos de congestionamentos nas estradas é fazer o gerenciamento de tráfego com equipamentos de alta tecnologia. É possível utilizar monitoramento com câmeras em vários programas para redirecionamento de fluxo de tráfego, comunicação e outros dispositivos que evitam e/ou minimizam os engarrafamentos. Mas essa tecnologia praticamente inexiste no Brasil. Em São Paulo, as concessionárias adotam alguns estudos para definir a necessidade de construção e ampliação de faixas de rolamentos em algumas estradas.

"O Brasil está bem atrasado, mas São Paulo avançou um pouco com as rodovias sob concessão", diz Karenina Martins Teixeira, doutora em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo (USP). Na Europa, os gastos com sistemas avançados de gerenciamento de tráfego (ATMS) devem chegar a US$ 1,2 bilhão em 2015.

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