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Medvedev expressa confiança na força dos bancos da Rússia

Moscou, 28 out (EFE).- O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, declarou hoje que guarda suas economias em rublos que tem depositadas em bancos russos como demonstração de sua confiança na força dos bancos nacionais diante dos embates da crise financeira mundial.

EFE |

"Mantenho todas as minhas contas. Não retirei o dinheiro, não troquei rublos por dólares nem comprei ações", declarou Medvedev respondendo a perguntas de leitores do semanário "Argumenti e Fakti".

"Estou convencido de que minhas economias, da mesma forma que o dinheiro de todos os russos, não correm nenhum perigo", tranqüilizou Medvedev à população, assustada pelas primeiras seqüelas da crise - a queda do preço do petróleo e os rumores sobre uma desvalorização do rublo.

O semanário informa que o salário do chefe do Kremlin antes de serem descontados impostos é de 254.000 rublos (US$ 9.300).

Segundo informação da Comissão Eleitoral Central publicada em janeiro, a renda de Medvedev nos últimos quatro anos, quando foi vice-primeiro-ministro e chefe do diretório da Gazprom, totalizou 7 milhões de rublos (US$ 256.000).

As economias de Medvedev, que assumiu o comando do Kremlin em maio, somam 2.740.000 rublos (US$ 100.000) colocados em oito contas bancárias.

Na última semana, o líder russo recorreu a seu blog pessoal para tranqüilizar a população com a promessa de que a Rússia superará os golpes da crise financeira, da qual responsabilizou os Estados Unidos.

"A Rússia ainda não foi atingida por este perigoso redemoinho e tem possibilidades de evitá-lo. Além disso, está obrigada a evitá-lo", declarou o líder russo em mensagem de vídeo publicado em seu blog.

Medvedev afirmou que o Governo russo acumulou reservas de divisas e ouro sem precedentes justamente para tais situações críticas.

Estas reservas são as terceiras amiores do mundo, depois das existentes na China e no Japão.

"Temos a possibilidade de evitar as crises de divisas, bancária e de dívidas, e de superar as atuais dificuldades sem perder o potencial acumulado", declarou então o líder do Kremlin. EFE si/fal

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