Tamanho do texto

O temor de uma forte desaceleração da economia global, que há algum tempo assombra os mercados financeiros, ganhou novo impulso na semana passada. Indicadores da zona do euro (15 países europeus que compartilham a moeda) e do Japão mostraram que a segunda e terceira maiores economias do mundo, respectivamente, podem estar em recessão.

Em um ambiente já difícil por causa da crise nos Estados Unidos, os preços de diversos ativos, sobretudo as matérias-primas (commodities) metálicas, não resistiram. O petróleo, por exemplo, encerrou a última sexta-feira (dia 8) na menor cotação desde maio, a US$ 115 o barril. Esse cenário também provocou expressiva valorização do dólar ante o euro e outras moedas estrangeiras.

Esta semana, os investidores continuarão atentos aos dados que refletem a temperatura da atividade e o nível de inflação nas principais economias do mundo. Nos EUA, o destaque da agenda é o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) de julho, que sai na quinta-feira (dia 14). A previsão é de uma alta de 0,4%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.