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McCain e Obama se acusam por vínculos com firmas hipotecárias resgatadas

Washington, 7 out (EFE).- Os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, trocaram acusações hoje de estar relacionados com os dois gigantes hipotecários resgatados pelo Governo, Fannie Mae e Freddie Mac, que estão ligados à origem da crise financeira americana.

EFE |

Durante o segundo debate presidencial, que acontece em Nashville (Tennessee), no qual respondem a perguntas de 80 eleitores indecisos, tanto Obama como McCain se referiram à origem da crise financeira.

"O cidadão comum acabou pagando pelos excessos de Wall Street", apontou McCain, que defendeu o programa de resgate do Governo de US$ 700 bilhões para salvar os bancos da dívida hipotecária.

O republicano se referiu aos excessos dos dois gigantes hipotecários Fannie Mae e Freddie Mac, que concederam durante anos créditos a pessoas sem solvência financeira, o que gerou a atual crise do setor.

"Nós já dizíamos há três anos que tínhamos de legislar para regular isto, mas Obama resistiu", afirmou.

McCain disse que a campanha de Obama se transformou no segundo maior receptor de fundos desses dois gigantes hipotecários, o que explicaria a passividade do senador por Illinois em "frear" de alguma maneira estas empresas.

Já Obama assegurou que nunca mostrou "favoritismo" em direção a essas empresas, e afirmou que o verdadeiro vínculo estava no escritório do senador McCain, pois um de seus ajudantes, Rick Davis, esteve durante anos na folha de pagamento do Freddie Mac.

A primeira parte do debate girou em torno da crise econômica e dos planos dos dois candidatos para tirar o país da crise econômica.

Obama afirmou que a atual crise econômica é a "pior desde a Grande Depressão" de 1929, e disse que para enfrentá-la poderia indicar o magnata financeiro Warren Buffet, que lhe apoiou publicamente, como secretário do Tesouro em uma potencial administração democrata. EFE pgp/mh

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