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Matlin: É outra acusação falsa do Audi

Essa é mais uma das falsas acusações inventadas pelo senhor Marco Antonio Audi para tentar atingir seus objetivos escusos. Assim reagiu a assessoria do fundo de investimentos Matlin Patterson quando foi informada pelo Estado sobre a investigação da polícia paulista sobre a constituição da Voloex.

Agência Estado |

 

Audi é um dos três ex-sócios brasileiros do fundo e do empresário chinês Lap Chan na VarigLog - os outros dois são Marcos Haftel e Eduardo Gallo.

O fundo Matlin Patterson tem até segunda-feira para apresentar novos sócios brasileiros para a VarigLog. Nesse dia expira o prazo dado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para a VarigLog regularizar sua situação - a lei veda a estrangeiros a propriedade de empresa aérea nacional.

"Essa investigação nunca teve nada a ver com tráfico de drogas. Não há um quilo de droga apreendida na investigação, não há nada. O relatório de investigação dá uma volta ao mundo para chegar até a empresa Health Translating", afirmou o criminalista Renato Marques Martins, do escritório de Alberto Toron, que defende o empresário chinês Lap Chan e o advogado Roberto Teixeira.

"Ele vai prestar todos os esclarecimentos necessários", disse o criminalista. De acordo com Martins, tudo começou com uma denúncia anônima "que, por si só, não pode dar margem a uma investigação policial". O criminalista continuou afirmando que "alguém fez essa denúncia para prejudicar e causar constrangimento aos compradores da Health".

O advogado afirmou ainda que o inquérito mostra que não há crime nenhum cometido. "A empresa foi comprada regularmente e sua compra foi registrada na Junta Comercial de São Paulo. Trata-se de uma sociedade limitada cujos sócios são conhecidos." Martins confirmou que, de fato, em vez de abrir uma nova empresa, a opção de Lap Chan foi adquirir a Health Translating. "Havia greve da Receita e a burocracia impedia que uma nova empresa fosse aberta. É preciso lembrar que a Voloex serviria para exercer a opção de compra das ações dos antigos sócios brasileiros, daí a necessidade de rapidez."

O criminalista continuou afirmando que a Voloex nunca praticou "ato negocial", pois em razão da decisão da 17ª Vara Cível de São Paulo afastou da VarigLog os sócios brasileiros sob a suspeita gestão temerária e desvio de dinheiro. Assim, Lap Chan pagou em juízo a indenização fixada pela Justiça e a Voloex nem chegou a exercer o direito de compra das ações.

Segundo o advogado, essa é a razão pela qual a sala alugada para abrigar a Voloex ficou sem uso. "Há uma cultura de se enxergar falsidade onde não existe. A empresa estava e permanece inativa. Por isso se fez apenas uma pequena reforma e se pôs carpete no lugar."

Por fim, Martins disse que Roberto Teixeira não participou da elaboração dos contratos de compra da Health. Segundo ele, quem se responsabilizou por isso foi a filha de Teixeira, a advogada Larissa. "Ela cuida dos casos de direito societário do escritório", afirmou.

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