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Margem do 3º trimestre deve ser balizador para o futuro, diz Unibanco

SÃO PAULO - Após anunciar uma queda na sua margem financeira de 8,2% no segundo trimestre deste ano para 6,6% no período de julho a setembro, o Unibanco considera que este pode ser considerado um bom balizador para os resultados futuros da instituição. O cálculo da margem é obtido pela relação entre o resultado da intermediação financeira de um banco e seus ativos totais.

Valor Online |

Um nível menor para este indicador deve ocorrer, segundo o vice-presidente corporativo do Unibanco, Geraldo Travaglia, por conta de dias mais difíceis na tesouraria, já que a "previsibilidade diminuiu".

A redução das posições proprietárias em aberto ao longo do mês passado fez o banco ter uma perda de R$ 17 milhões na tesouraria em setembro. Desta forma, o Unibanco fechou o terceiro trimestre com um ganho de R$ 97 milhões nessas operações, ante R$ 154 milhões no mesmo período ano passado, e de R$ 204 milhões entre abril e junho deste ano. No mês de outubro até o dia 22 de outubro, a instituição afirma ter apurado ganhos de R$ 60 milhões na tesouraria.

Em relação à margem financeira com operações de crédito, Travaglia reconhece que haverá um "pouco menos de volume", mas ressalta que os spreads estão melhorando, o que deve gerar um certo equilíbrio.

(Fernando Torres | Valor Online)

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