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Manufaturas chinesas caem pelo quarto mês consecutivo

Pequim, 4 fev (EFE).- O setor de manufaturas, que impulsionou a economia chinesa por décadas, caiu em janeiro pelo quarto mês consecutivo devido à crise financeira, segundo dados publicados hoje pela agência de notícias Xinhua.

EFE |

A agência diz que, no entanto, os pacotes de estímulo governamentais para sair da crise começam a surtir efeito.

O PMI chinês, que chegara ao seu nível mais baixo em novembro, com 38,8 pontos, após uma primeira queda em outubro; em dezembro ficou em 41,2, e, em janeiro, em 45,3, informou hoje a Federação Chinesa de Logística e Compras.

O Índice Gerente de Compras (PMI, em inglês) inclui um pacote de indicadores para medir os resultados econômicos, como pesquisas de compras e abastecimento de mais de 700 manufaturas chinesas.

Quando ele fica acima de 50 pontos, indica uma expansão do setor, e abaixo desse nível, uma contração.

Mas a tendência ao crescimento indica "uma recuperação", segundo a empresa de consultoria Merrill Lynch.

"A recuperação do PMI de dezembro e janeiro sugere que a economia chinesa está se sobrepondo, devido especialmente ao plano de estímulo econômico", sustenta.

No entanto, o PMI correspondente às exportações caiu ao seu nível mais baixo em janeiro, com 33,7, o que indica que as vendas ao exterior podem seguir diminuindo no curto prazo, segundo a mesma Merrill Lynch.

Portanto, espera-se que este trimestre seja um dos piores para a terceira economia mundial, segundo a firma de serviços financeiros, que prevê que no segundo trimestre deste ano se inicie a recuperação.

O pacote de ajuda lançado em novembro com 4 trilhões de iuanes (US$ 585 bilhões) começou a ser distribuído no último trimestre de 2008, com um primeiro fundo de 100 bilhões de iuanes. EFE mz/jp

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