Votação da reforma tributária deve ficar para 2009 http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/27/governadores_farao_texto_favoravel_a_reforma_diz_wagner_3094838.html target=_topGovernadores farão texto favorável à reforma, diz Wagner http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/11/27/oposicao_a_reforma_nao_e_tecnica_mas_politica_diz_appy_3094837.html target=_topOposição à reforma não é técnica, mas política, diz Appy" /
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Mantega ouve governadores do Norte e NE sobre reforma tributária

BRASÍLIA - O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), defendeu destino puro para a cobrança do ICMS, numa eventual aprovação da proposta de reforma tributária. Primeiro a falar em reunião convocada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, com os governadores do Norte e Nordeste, Campos relatou que a intenção de Mantega é ouvir os pontos discordantes em relação ao relatório do deputado Sandro Mabel (PR-GO). http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/27/votacao_da_reforma_tributaria_deve_ficar_para_ano_que_vem_3093495.html target=_topVotação da reforma tributária deve ficar para 2009 http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/27/governadores_farao_texto_favoravel_a_reforma_diz_wagner_3094838.html target=_topGovernadores farão texto favorável à reforma, diz Wagner http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/11/27/oposicao_a_reforma_nao_e_tecnica_mas_politica_diz_appy_3094837.html target=_topOposição à reforma não é técnica, mas política, diz Appy

Valor Online |

O governo insiste que o texto da reforma seja apreciado em primeiro turno pela Câmara ainda este ano, mas partidos da oposição, liderados pelo DEM, fecharam nesta quinta-feira um acordo de obstrução a fim de jogar a votação para março de 2009.

"A cobrança do ICMS totalmente no destino é uma questão de justiça tributária, para que os estados mais pobres deixem de ficar mantendo os estados mais ricos", comentou o governador pernambucano, ao deixar o ministério da Fazenda.

A proposta de Mabel é cobrar 2% na origem e o restante no destino. Questionado se discorda do governador paulista José Serra (PSDB), que defende 4% na origem, Campos disse defender "um debate qualificado com Serra sobre justiça tributária".

Ao chegar à reunião, Mabel informou sobre o acordo de adiamento fechado pela oposição. "Eles querem firmar compromisso com a base aliada, de discutir em março", disse o relator. "Particularmente, acho a proposta positiva porque não haveria tempo de votar em segundo turno na Câmara ainda neste ano", continuou.

Atrás de Mabel apareceu o deputado Antônio Palocci (PT-SP), que tratou de rejeitar entendimento com a oposição. "O adiamento é negativo e a disposição do governo é atravessar 2008 com pelo menos uma parte da votação efetivada", disse o parlamentar da base do governo.

Também sobre reforma tributária, antes dos governadores e dos parlamentares da base, Mantega recebeu o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, que reiterou a prioridade de mudança no modelo atual de impostos como incentivo a uma menor desaceleração econômica do país em 2009.

Monteiro disse ter proposto a Mantega o fim da incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito como medida anticrise.

A expectativa é de que a reunião só termine no fim da tarde, porque Mantega recebeu instruções do Palácio do Planalto para ouvir as posições de cada governador do Nordeste e do Norte.

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