dados negativos da indústria, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou, nesta quarta-feira, que o País deva entrar em recessão no primeiro trimestre deste ano. De acordo com ele, tanto neste período quanto no consolidado do ano a variação do Produto Interno Bruto (PIB) vai ser positiva e satisfatória." /
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Mantega nega recessão no primeiro trimestre

BRASÍLIA - Após a divulgação de http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/02/03/cni+recessao+tecnica+no+1+trimestre+e+bem+possivel+3820928.html target=_topdados negativos da indústria, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou, nesta quarta-feira, que o País deva entrar em recessão no primeiro trimestre deste ano. De acordo com ele, tanto neste período quanto no consolidado do ano a variação do Produto Interno Bruto (PIB) vai ser positiva e satisfatória.

Carollina Andrade e Severino Motta, Santafé Idéias |

"Haverá desaceleração [no primeiro trimestre], mas não entraremos em recessão, a palavra recessão serve para os Estados Unidos, União Europeia, Japão e outros países, mas não para o Brasil", disse.

Em relação ao consolidado do ano, Mantega voltou a dizer que a projeção de crescimento de 4% do PIB em 2009, como consta nos parâmetros macroeconômicos do PAC, são uma meta para o governo e para o setor empresarial.

"A projeção do FMI é de 1,8%, mas estão sob impacto do momento mais agudo da crise, que tende a se dissipar (...) Mantemos nossas projeções, pois são metas a serem alcançadas", explicou.

Sem dar um dado concreto sobre a expectativa do governo para o crescimento do PIB, Mantega concluiu dizendo que se houver um esforço do governo e do setor empresarial, o crescimento vai ser satisfatório. "Se formos ousados conseguiremos um nível de crescimento satisfatório".

Questinado sobre a previsão do governo de crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, Mantega disse o porcentual é uma meta a ser perseguida. "O governo persegue uma meta mais ambiciosa de crescimento do que aquela que nos é atribuída. Estamos dispostos a fazer mais medidas para sustentar esse crescimento, informou o ministro da Fazenda.

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