O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu hoje que a Medida Provisória (MP) 443, que cria um braço de investimentos e participações na Caixa Econômica Federal, a CaixaPar, possui arestas que podem ser corrigidas no Parlamento. Mantega destacou, por exemplo, que o objetivo central da MP é abrir a possibilidade de a Caixa se tornar sócia de empresas do setor de construção civil.

"Não era para ela deter participações de um modo geral. Devíamos ter sido mais específicos", reconheceu.

O ministro disse ainda que a MP deveria deixar mais claro que a Caixa entrará como sócia minoritária. "A medida foi elaborada no mesmo dia em que estávamos (Mantega e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles) na Câmara e não deu para analisá-la com toda tranqüilidade", justificou.

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