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Mantega: Lula diz que Brasil está melhor que Índia

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, relatou que, durante a reunião ministerial realizada hoje, na Granja do Torto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou que o Brasil está em uma situação melhor para enfrentar a crise financeira internacional do que outros países emergentes, como, por exemplo, a Índia, a Coréia e a Rússia. Em entrevista coletiva à imprensa sobre a reunião do presidente com os ministros, Mantega reproduziu a frase do presidente sobre a crise: Estamos sendo atingidos, seremos atingidos, mas, em relação à Índia, Coréia ou Rússia, o Brasil está em uma situação melhor.

Agência Estado |

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O presidente afirmou, segundo o ministro da Fazenda, que a situação da economia brasileira não se deve a uma fatalidade nem à sorte. "Se fosse isso, todos os países estariam surfando na onda das commodities", disse o presidente, segundo o ministro, em referência ao período recente de forte valorização das matérias-primas.

Lula destacou, de acordo com o relato de Mantega, que, diferentemente de outros governos, o do Brasil fortaleceu as reservas, buscou novos mercados e se tornou menos vulnerável. "Tudo isso foi algo produzido pelo governo ao longo do tempo. Não é por acaso que o Brasil está em situação melhor. Estamos mais bem equilibrados que outros países, que estão tendo, por exemplo, grande fuga de capitais", afirmou o ministro da Fazenda.

G-20

Durante a reunião, Lula fez um relato do encontro do G-20 (grupo que reúne grandes economias e países emergentes) em Washington na semana passada. "Ele(Lula) falou muito do G -0. Na avaliação dele, alguns chefes têm visão mais clara da crise", disse Mantega, que citou especificamente os primeiros-ministros da Inglaterra, Gordon Brown, e da Índia, Manmohan Singh.

"Todos eles têm consciência de que a crise é grave e requer medidas urgentes para ser debelada", afirmou o ministro. Mantega ressaltou ainda medidas tomadas por outros países, como a China, para reduzir os efeitos da crise. Ele lembrou que a China anunciou um pacote de US$ 600 bilhões para os próximos dois anos. "Mesmo assim, a China deverá ter uma desaceleração de (crescimento econômico de) 12% para 8%", disse.

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