PORTO ALEGRE (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira que o pico dos índices de preços no início do ano refletiu inflação de oferta, em razão das chuvas, e não de demanda e que tal trajetória está sob "controle vigoroso" do governo.

"É o resultado da redução da oferta de alimentos provocada pelas chuvas do primeiro trimestre", disse Mantega, para quem a variação do IPCA no primeiro trimestre é resultado de uma "inflação passageira", puxada justamente pelo aumento do preço dos alimentos.

PORTO ALEGRE (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira que o pico dos índices de preços no início do ano refletiu inflação de oferta, em razão das chuvas, e não de demanda e que tal trajetória está sob "controle vigoroso" do governo.

"É o resultado da redução da oferta de alimentos provocada pelas chuvas do primeiro trimestre", disse Mantega, para quem a variação do IPCA no primeiro trimestre é resultado de uma "inflação passageira", puxada justamente pelo aumento do preço dos alimentos.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou no primeiro trimestre alta de 2,06 por cento, maior para o período desde 2003 .

Mantega acredita que haverá queda na inflação e que os índices ficarão na faixa de 4,5 por cento nos próximos 12 meses, próximos da meta estabelecida pelo governo para o período.

Segundo o ministro, o governo mantém a inflação sob "controle vigoroso" e cumpre as metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Mantega reuniu-se com o empresários na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).

(Reportagem de Sinara Bonamigo Sandri)

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