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Mantega: BNDES terá mais R$ 10 bi p/ capital de giro e pré-embarque

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou mais um conjunto de medidas para garantir liquidez no mercado e capital de giro para as empresas. Durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Mantega anunciou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) receberá mais R$ 10 bilhões para capital de giro para disponibilizar às médias e pequenas empresas, para as linhas de pré-embarque e empréstimos-ponte.

Agência Estado |

Segundo o ministro, não é nenhuma bondade do governo. Todas as operações serão em condições de mercado. Mantega disse que os recursos virão, em parte, em títulos do Tesouro que o BNDES poderá vender ou em operações de CDI realizadas pelo próprio BNDES.

Segundo o ministro, o banco de fomento poderá colocar esse dinheiro nas mãos de grupos empresariais e o governo irá orientar a utilização dos recursos do depósito compulsório para essas operações. O ministro anunciou também que o Banco do Brasil liberará mais R$ 5 bilhões para capital de giro de pequenas e médias empresas.

Além disso, o governo está postergando em 10 dias a data de pagamento de alguns tributos federais. O recolhimento do IPI e PIS e Cofins passará do dia 15 para o dia 25 e o do Imposto de Renda Retido na Fonte e da Contribuição Previdenciária, do dia 10 para o dia 20. "Não vamos fazer nada de muito grande para não comprometermos o superávit primário", justificou Mantega. Mas, segundo ele, a concessão de 10 dias a mais de capital de giro já será um alívio para as empresas.

O ministro anunciou ainda que o governo vai acelerar a devolução de crédito tributário. Segundo ele, será feito um mutirão para devolver os recursos para vários setores. "Será um bom capital de giro para as empresas", disse.

O ministro comentou ainda a liberação de empréstimos de R$ 4 bilhões pelo BB para os bancos de montadoras. Segundo ele, esses recursos serão suficientes para manter as vendas de automóveis em novembro e dezembro. De acordo com o ministro, o objetivo do governo é impedir que o crescimento da economia seja interrompido e haja desemprego e férias coletivas num setor importante que é movido a crédito.

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