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Mantega: Situação está sob controle

O Brasil já estaria de quatro em outras circunstâncias de uma crise internacional como a atual, na avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Mas, segundo ele, o mercado brasileiro continua forte e, temporariamente, deve substituir o mercado externo pelo interno.

Agência Estado |

"Não é que isso seja bom, mas é conjuntural", explicou durante palestra no 5º Fórum de Economia realizado pela Escola de Economia de São Paulo e a Fundação Getúlio Vargas. De acordo com o ministro, o Brasil tem hoje melhores fundamentos fiscais e monetários e a inflação deve terminar o ano dentro do intervalo de tolerância da meta de 4,5% (com teto de 6,5%). "Talvez, sejamos o único País a realizar a proeza."

De acordo com Mantega, não é possível afirmar com certeza a extensão da atual crise, mas ele acredita que a situação no mercado hoje será de nervosismo, em função de problemas com os bancos de investimentos Lehman Brothers e Merrill Lynch. Mesmo assim, manifestou tranqüilidade com o quadro econômico e financeiro do Brasil.

"Não devemos nos precipitar. Estou tranqüilo, seguro de que poderemos enfrentar uma crise de mais longa duração e mais profunda do que imaginávamos. Hoje, o Brasil é um outro País, bem mais desenvolvido que no passado, com fundamentos macroeconômicos mais sólidos, com US$ 200 bilhões de reservas cambiais. Não devemos nos impressionar com um ou dois dias (de tensão no mercado). O problema é lá, e não aqui. Não devemos tomar nenhuma medida precipitada porque a situação no Brasil está sob controle."

Mantega recomendou aos investidores que não se desfaçam de suas posições no mercado neste momento. "A economia brasileira está sólida e há muita flutuação em período de crise, depois volta ao normal. Para o investidor, para o correntista, minha recomendação é que nada deve ser feito." Para ele, o Brasil é um porto seguro no meio da crise e, ao contrário de outros países, sairá fortalecido do período de volatilidade. O ministro manteve a projeção de 4,5% de crescimento para o ano que vem e de 5% a 5,5% para este ano.

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