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Mais de cem países torcem para que o turismo resista ao impacto da crise

Os ministros do Turismo de mais de cem países examinaram nesta terça-feira no World Travel Market de Londres o impacto da crise e as fórmulas para resistir à desaceleração que ameaça o setor, num cenário marcado pela crescente incerteza econômica.

AFP |

O Brasil, no entanto, está otimista, afirmou Jeanine Pires, presidente da Embratur.

Ela lembra, no entanto, que "ainda é cedo demais" para avaliar o impacto da crise sobre o fluxo internacional de turistas para o Brasil, afirmando que "o fluxo para a América do Sul está resistindo" à crise.

"O Brasil continua recebendo turistas vindos de Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai", destacou.

Na Feira Mundial do Turismo, inaugurada na segunda-feira num imenso Pavilhão de Exposições no leste de Londres, 5.500 representantes mostram os encantos de 200 países, enquantos ministros analisam o impacto da deterioração econômica do setor, motor vital para as economias de suas respectivas nações.

Todos os continentes foram afetados: na região da Ásia e do Pacífico, a queda do turismo foi drástica nos últimos meses; na Europa, o setor sofreu uma redução durante o verão (boreal); e na América Latina, o crescimento registrou uma contração, informou Fiona Jeffrey, que preside o WTM.

Jefrey informou que o crescimento global do turismo para el 2008 se situará em torno de 2%, devido a um crescimento excepcional nos primeiros quatro meses do ano, em torno de 5,7%.

Essa cifra caiu para menos de 2% em junho, quando os preços do petróleo dispararam.

Para 2009, a previsão é de um crescimento ainda menor.

"É evidente que a indústria do turismo sofrerá" por causa da crise, admitiu o secretário da Organização Mundial do Turismo (OMT), Francesco Fragialli - para quem, no entanto, a indústria "resistirá à crise financeira", como aconteceu no passado depois do impacto dos atentados contra as torres gêmeas em Nova York e Washington, e dos temores causados pela gripe aviária.

ame/sd/ap

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