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Mais de 150 países avalizam Agência de Energias Renováveis

Madri, 23 out (EFE).- Mais de 150 países deram aval à criação, no início de 2009, da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena, na sigla em inglês), ao participar de sua conferência preparatória, realizada na capital espanhola Madri.

EFE |

Esta conferência serve para ajustar os estatutos da Irena e as questões logísticas para ser marco inicial, que acontecerá em Bonn, na Alemanha.

A agência fomentará e acelerará o desenvolvimento mundial de todas as energias renováveis de uso sustentável (bioenergia, geotermia, marítima, solar, hidráulica, eólica, etc), para substituir os processos cada vez mais difíceis e custosos de combustíveis fósseis e energia nuclear.

A secretária espanhola de Mudança Climática, Teresa Ribera afirmou que se trata de uma cooperação internacional específica em energias renováveis que "servirá para outros muitos objetivos, como facilitar a transferência de tecnologia na luta contra a mudança climática".

Segundo ela, a agência terá "ênfase" em facilitar a identificação das barreiras locais e internacionais ao uso das energias renováveis e as soluções tecnológicas e técnicas mais adequadas para cada país, o que requer uma cooperação internacional intensa.

Mais de 1,6 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso à eletricidade e mais de 2,5 bilhões utilizam a lenha e o estrume como únicas fontes de energia.

Diante desta situação, as energias renováveis "oferecem um potencial enorme", já que "poderiam cobrir várias vezes a demanda de energia em nível mundial".

Entre as funções da Irena, destaca-se a de oferecer a seus membros uma assessoria específica na criação e desenvolvimento de condições políticas gerais mediante as quais se possam fomentar as energias renováveis.

Na assessoria política, a Irena não pretende elaborar por iniciativa própria regulações ou tratados internacionais, mas oferecerá seus serviços por solicitação de Estados-membros ou grupos deles. EFE td/jp

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